quinta-feira, 20 de maio de 2010

Põe na Conta do Larrionda


Nossa, como eu queria ter visto esse grande jogo!
O Cruzeiro estava motivado, o São Paulo confiante.
Pra nós, conseguir a vaga jogando na casa do adversário e precisando de 2 gols de diferança seria incrível! Uma vitória daquelas que marcam uma vida inteira.
Pra eles, era a hora da tão esperada vingança de 2009.
Os comandantes dos dois times também esperavam um jogo disputado, uma luta, uma batalha.
Dois ex-zagueiros se enfrentando agora como treinadores e os dois lutando para se manter no cargo.
Dois dos melhores times do Brasil iriam se enfrentar, mostrar os dentes, suar sangue em busca dessa classificação. Para ambas era tudo ou nada.
Melhor ataque da competição contra a melhor defesa. Que jogão! Que jogaço!
O Morumbi lotado, os Saopaulinos faziam sua festa e a China Azul estava muito bem representada, gritando e cantando. Nossa torcida havia, rapidamente, superado o duro golpe do primeiro jogo e apoiava o time.
EU ACREDITO! era visto e ouvido em toda Minas Gerais.
Enfim, todo aquele clima de Libertadores que só conhece quem disputa...
A imprensa esperava também um grande jogo.
Torcedores e amantes do futebol do mundo inteiro estavam de olho nessa guerra. Afinal, dali poderia sair o campeão da LA 2010.
Mas ae... a 1 minuto de jogo, um sujeito chamado Jorge Larrionda acabou com a festa.
Todo o clima, a preparação, os treinamentos, as táticas, tudo!
Tudo foi por água abaixo.
Esse Uruguaio expulsou de campo todas as chances e expectativas de um grande jogo, de uma batalha histórica. Nem eu nem niguém vimos esse jogo. Ele não existiu mais.
O Cruzeiro perdeu a chance do Tri da Libertadores e eu digo:
-Essa a gente põe na Conta do Larrionda.


postado por Júlio Assunção

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Empate Heróico

Cruzeiro vs Avaí (Segunda-feira, 17 de Maio de 2010)

Em condições normais, este empate seria visto como um resultado muito ruim, péssimo. Digno de uma chuva de vaias e críticas.
Seriam dois pontos jogados fora. Um jogo para riscarmos de nossa memória para todo o sempre.
Mas não foi bem assim, não. As circunstâncias do jogo nos colocaram à prova mais uma vez, assim como em tantas outras oportunidades vistas durante todo o ano passado.
O jogo que pouco prometia, acabou tomando outros contornos a partir da expulsão de Leonardo Silva ainda em seu início.
Em certo momento, era iminente a goleada. Em outro, a virada.
Foram dois tempos distintos, enfim, que deram ao Cruzeiro aquele algo a mais que tanto necessitamos para a missão da próxima quarta-feira, no Morumbi.
Se dentro de um jogo de 90 minutos uma grande reviravolta pode ocorrrer, temos motivos, SIM, para crer em situação semelhante numa batalha de 180 minutos.
Que todo o grupo celeste tire deste jogo a inspiração que toda a Nação Azul tanto deseja, pois, certamente, sem isso não conseguiremos esta tão sonhada façanha.

Fabrício

Foi o nome do jogo. Há outros nomes a serem destacados, é verdade, mas o espírito de luta deste jogador conta muito.
Ao fim do jogo, o desgaste do cara era visível. Sem ele não teríamos chegado ao empate.
Que você esteja 100% para o jogo de quarta-feira, pois não é só de seu futebol que precisaremos, meu caro Fabrício.

Leonardo Silva

Fez uma senhora lambança. O lance de sua expulsão não combina com o seu futebol.
Estrago feito, a palavra de ordem a partir daquele momento não poderia ser outra: superação.
Falando em estrago, preparem-se, pois é bem provável que o nosso melhor zagueiro nos desfalque também em outras partidas (além do jogo contra o Bugre, em Campinas).
Ele deverá ir a julgamento em razão desta jogada. Não acredito em absolvição.

Adilson Batista

Teve muita coragem. A sua ousadia nos livrou de um resultado vexatório em pleno Mineirão. Que poderia ter acontecido se os jogadores não estivessem igualmente dispostos a mudar o panorama da partida.
Mas ele assumiu o risco. E acho que, por ele, a vitória seria ainda mais merecida.

Arbitragem

É fraquíssima. Este ano, seguramente, não será diferente dos anteriores.
Os caras erram demais. E para os dois lados.
Ontem o trio errou tanto, que nem do uso da lei da compensação podemos acusá-lo. Eles equivocam-se aleatoriamente.
As duas equipes têm do que reclamar.

Destaques

Positivos:
O volante Fabrício e o técnico Adilson Batista.

Negativos:
O trio de arbitragem e o atacante equatoriano Guerrón (como entrou mal no jogo...putz)

Por hoje é só.
Saudações celestes.

Avante, Cruzeiro!


sexta-feira, 14 de maio de 2010

Rádio Raposa Responde


Nosso amigo Alex nos enviou um email muito interessante comentando em detalhes a batalha de quarta-feira passada contra o São Paulo. Como foi um jogo de extrema importância resolvemos responder esse email esmiuçando ainda mais todos os pormenores da partida.
Para ler o email do Alex baixe o arquivo AQUI

Com a palavra, Gustavo Campos:


O Cruzeiro realmente jogou uma boa partida. Não temos qualquer dúvida em relação a isso.
Apesar da derrota, o time conseguiu passar uma boa impressão. O time foi aguerrido e batalhou até o último instante.
O Cruzeiro jogou como time um grande que é. Foi um belo jogo. Não faltou garra.
Quem assistiu ao jogo de quarta-feira, sabe disso.
Faltou sorte. Sobrou vontade. Mas o futebol tem destas coisas. A torcida deve aceitar isso e ficar do lado do clube neste momento tão complicado.

Atuações individuais

O Marquinhos Paraná fez um bom jogo e vem numa ascendente. Aquela má fase parece coisa do passado.
Mas ele ainda pode render mais um pouco. Já vi atuações melhores.
A sua função varia um pouco. Depende da formação. Depende também de seu posicionamento.
Com a saída do Fabrício, acabou mesmo sobrecarregado.

A atuação do Gilberto é uma das mais controversas. Aliás, vem sendo durante todo o ano de 2010.
Eu não gostei de sua performance. Acredito que o seu posicionamento, somado, inclusive, ao número importante de passes errados, foi fator determinante para o seu baixo rendimento.
E ficamos, de fato, carentes de um jogador que trabalhasse mais pelo meio, como deve mesmo ser a função de um camisa 10.

Os nossos laterais não ficaram devendo. Mas graças às circunstâncias, pouco puderam contribuir ofensivamente.
O caso do Jonathan é o que merece mais atenção. Durante quase todo o jogo, foi sacrificado pelas descidas do lateral Júnior César, que fez muito bem o que lhe foi proposto: apoiar o ataque tricolor segurando, assim, o nosso lateral-direito.
Ponto para o Ricardo Gomes, que sabia muito bem desta forte característica celeste.
Diego Renan, por sua vez, correu o campo todo. Mas também teve problemas. No ataque, a tabelinha com Gilberto, que caia constantemente por alí, não saiu. Malditos passes errados! Defensivamente, ele foi o mesmo de sempre: confuso.

Fábio Santos, o ''Vida Louca'', saiu-se mesmo bem. Foi, até, além das expectativas de todos. Entrou numa fogueira, diga-se.
A torcida não esperava a sua entrada.

Quanto ao Róger, você resumiu muito bem. Mesmo sem contar com o mesmo ritmo dos demais, conseguiu dar uma nova cara ao time. Que como já foi dito, carecia de um meia com estas características.
Em seu lance mais agudo, faltou sorte. Foi por pouco. Um gol àquela altura do jogo, poderia ter feito toda a diferença.

O Guerrón é um caso à parte. Como você bem definiu, o cara parece ter esquecido lá no Equador o seu talento em fazer gols.
E cá entre nós, ele pouco ajuda com aquelas jogadinhas de linha de fundo. Ele não pode jogar num espaço tão reduzido.
Gosto de vê-lo caindo pelos dois lados. Caindo pelo lado esquerdo, tem também a chance de finalizar. Ele é destro, oras!

Defesa

A falta do Leonardo Silva foi muito sentida. Sem ele, o posicionamento não é o mesmo.
Mas uma coisa é inegável, estamos marcando em linha. E isso foi determinante no lance do primeiro gol do tricolor.
No segundo, prefiro dar mérito total ao Fernandão, que confundiu totalmente os nossos defensores com aquele passe de calcanhar. Não culpo o Jonathan e nem ninguém, afinal já vinhamos nos expondo, em busca do gol de empate.

Adilson Batista

Esse é alvo constante. E não seria depois de uma derrota tão dura quanto esta que o seu nome passaria em branco.
Não creio que a solução - ou parte dela - seria o 4 3 3 desde o início. Seria arriscar demais.
Em relação às mexidas do Adilson, tudo é muito relativo. Ele acaba sempre surpreendendo. Desta vez, não foi diferente.
Você disse muito bem, tem certas coisas que só vemos depois do término dos jogos, já com a cabeça mais fria.

Eu, particularmente, também não o considero um gênio, mas tento sempre entender as suas idéias.
À excessão da troca ''6 por 1/2 dúzia'' (feita na subistituição do Fabrício pelo Fábio Santos), as outras duas merecem alguma ressalva. Nada que mereça críticas, apenas algumas observações. Afinal de contas, as opções de qualquer treinador dependem muito da performance de cada atleta.
Mas o nosso lado corneta sempre entra em ação após uma derrota, não tem jeito mesmo.

Eu teria lançado o W. Paulista no jogo, e não o equatoriano Guerrón.
A cada lance, ficava mais nítida a falta de um jogador de área. O que, infelizmente, continuara a faltar.
Mesmo que só dando trombadas, creio eu seria esta a melhor opção. Quem sabe, até marcando gols???
A entrada do Róger foi tardia. Tendo em vista o comportamento do time após a sua entrada, fica difícil não pensar nisso.
A torcida, inclusive, já gritava o seu nome desde o começo da segunta etapa. Ele, porém, só entrou aos 33 minutos.
Por fim, o deslocamento do Gilberto para a lateral esquerda foi uma boa aposta.

Ricardo Gomes

É contestadíssimo. A torcida do São Paulo não confia em seu trabalho.
Também pudera, pois até então o tricolor paulista vinha mesmo devendo uma boa atuação. Vinha...
Mas fazer o quê, se o cara resolve acertar a mão logo agora, não é mesmo?! Mérito dele.
Mérito dos jogadores do time paulista também, que, de fato, mostraram muita competência na troca de passes.
Com rapidez e precisão, fomos envolvidos em muitos momentos. Foi assim que levamos o primeiro gol. Não achamos a marcação.
O posicionamento de alguns são paulinos também foi fator importante. Compactos e marcando forte a nossa saída de bola, dificultaram muito o nosso trabalho de criação.

Fernandão

Nem parecia que este se tratava de seu jogo de estreia. Não marcou, mas atraiu para si a marcação.
E como você bem disse, ele deu passes importantes. Dois deles, mortais para nós. Será um problema a mais para o próximo jogo.
A sua contratação não poderia ter sido concretizada em momento pior.

Derrota

Alex, tivemos esta mesma sensação. A maior parte da torcida também deve ter sentido o mesmo.
Este é o futebol, sempre nos resservando surpresas. Tanto boas quanto ruins.
E é com esta convicção que precisamos todos (torcida e clube) manter as esperanças acesas e renovadas.
Exemplos de superação temos aos montes. Comissão técnica e jogadores já buscam exemplos a seguir.
Que o imponderável mais uma vez entre em campo.
Agora tem que ser a nossa vez!

Próximo jogo

Tudo isso faz parte. Há quem entre em papo furado de imprensa, e também quem pense com a própria cabeça.
Mas independentemente de tudo o que se diga, não adianta nada imaginarmos mil e uma situações, porque este será um jogo diferente. Temos que jogar a partida de nossas vidas. Em resumo, é isso.

Há muito não passamos por uma situação semelhante a esta, e é isso o que nos deixa mais intrigados.
Você lembrou bem destes dois jogos. Foram dois jogos históricos que servem também de inspiração.
Se conseguirmos tamanha façanha na quarta-feira quem vem, não seria a primeira vez.

Temos competência. E que a sorte vire de lado.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

EU ACREDITO!


Novembro de 1991, o Cruzeiro havia perdido por 2x0 para o River Plate no primeiro jogo da final da Supercopa dos Campeões.
Eu e meu amigo Bruno, hoje parceiro de Rádio Raposa, caminhavamos cabisbaixos em direção ao maldito colégio onde entudavamos. Em silêncio andavamos quando eu disse:
-Fudeu, não tem jeito mais.
Então meu amigo falou uma coisa que marcou, a partir desse dia, minha vida de torcedor.
-Cara, se nós que somos Cruzeirenses não acreditarmos, quem vai acreditar? Quem vai apoiar o time. O Cruzeiro precisa de APOIO!

Mais uma vez a situação é difícil, até mais difícil que naquele longínquo 1991, mas o que ele falou continua valendo.
Precisamos apoiar o time. Não é impossível o Cruzeiro reverter essa situação.
O que eu vi ontém foi um time do São Paulo muito bem montado na defesa mas que não é de jeito nenhum imbatível. Se o Cruzeiro tivesse contado com um pouquinho de sorte, faria 3 gols e hoje estariamos mais tranquilos. Ainda um pouco preocupados, mas tranquilos.
O Time Azul mostrou raça! Isso me enche de esperança.

Agora é a hora da galopress fazer seus movimentos. Alimentar os torcedores mais desavisados com difamações, falácias e botar bastante lenha na fogueria da crise que ela teima em deixar sempre acesa. Supervalorizar a infeliz declaração de Fábio Santos e tirar da gaveta todos os adjetivos que cansamos de ouvir sendo usados contra o Adilson.

Agora queria falar um pouco com você, amigo formador de opinião. Você que tem um blog, que escreve e é admirado por suas opiniões, que fala e é ouvido.
Vamos mostrar que temos amor ao nosso Cruzeiro. Vamos mostrar que somos a maior, mais apaixonada e mais forte torcida de Minas. Vamos deixar pra pedir a cabeça de X ou Y depois do jogo da próxima quarta. Se for o caso.
Agora é hora de união entre time e torcida.

O Cruzeiro vai precisar de um quase miliagre para conseguir essa classificação. Mas, como diriam os Ramones, "I believe in miracles"!
Estou confiante de que estamos prontos para escrever mais uma página heróica e imortal.

Eu acredito no meu Cruzeiro! E você?


postado por Júlio Assunção


O final a historinha do começo do post:


Trilha sonora de hoje até quarta-feira, o dia do Milagre:

terça-feira, 11 de maio de 2010

O Cruzeirense e os Ex-Cruzeirenses


SAIU A LISTA

O Cruzeiro será representado na África do Sul. Gilberto está na lista dos convocados para a disputa da Copa.
Os goleiros Gomes e Doni, o lateral Maicon, o zagueiro Luizão, e os meias Felipe Melo e Ramires, todos ex-Cruzeiro, também estarão presentes em solo africano.
Dentre estes nomes, alguns sairam das categorias de base do time celeste. São eles: Gomes, Maicon e Luizão.
Outros, como é caso do meia Ramires, fizeram o seu nome aqui, antes de arrumarrem as suas malas rumo ao futebol europeu.

Parabéns, diretoria!

Muito do que somos hoje, devemos ao ótimo trabalho de muitos que já passaram por aqui - ou ainda estão à frente de nossa diretoria.
Muito do que já conquistamos, tem o dedo deles. É consequência.
Zezé e Alvimar Perrela, a famíla Massi entre outros, são parte de tudo isto.

Futebol não é só talento, não. Há muitos outros fatores importantes que, invariavelmente, entram em campo.
Futebol também é negócio. E não pensem que é fácil, porque não é.
Todos temos que valorizar e confiar no trabalho que já vem sendo feito - e muito bem feito, aliás - desde que o mercantilismo invadiu este esporte.
A lista dos convocados para a Copa do Mundo demonstra e comprova tal fato, independentemente de qualquer critério usado para este fim - ou de qualquer crítica feita por torcedores e analistas.

Mas, além destes nomes, outros tantos já passaram por este lucrativo processo. A lista é enorme. Os dividendos, mais ainda.
E enganam-se aqueles que pensam se tratar apenas de verdinhas. A nossa estrutura, os nossos títulos, a nossa tradição e todo o respeito que conquistamos também vêm disso tudo. Uma coisa leva a outra. Simples assim.
Negociar atletas é tão importante quanto comum. Lembrem-se sempre!

Dunga

Agiu com a coerência, por mais que isto lhe custe o sossego e a paz.
Foi justo com aqueles que o ajudaram a conquistar os títulos da Copa América e da Copa das Confederações, além da vaga e a primeira colocação das Eliminatórias da Copa.
A base deste grupo é praticamente a mesma há bastante tempo e merece mesmo ser prestigiada. Os números nunca mentem!

Penso eu que a torcida brasileira ainda precisa amadurecer muito neste sentido. Somos criados de uma forma a valorizar apenas o talento, e aí é onde está o problema! O futebol mudou muito, e já faz tempo.
Chega de jogadores desmotivados vestindo a amarelinha. Chega de desagregadores. Chega de molecagem.
É muito melhor para o Brasil ter em campo um grupo de operários bem preparados a estrelinhas sem comprometimento.
Prefiro parabenizar o Dunga pela firmeza e personalidade, pois não é nada fácil peitar uma nação que exigia nomes como Ronaldinho Gaúcho, Ganso, Neymar, Adriano entre outros (até o Romário HAHAHAHA).
Mas as críticas estão rolando a solta por aí. Normal.

O lado rosa da Lagoa de MG

Quem???
Apenas o velho e cançado Gilberto Silva. Um ex-atleticano.
Tardeli ficou só na vontade. Já a Galopress e seus súditos atleticanos, ansiosos e carentes, babam de raiva.
O jeito é torcer o nariz. Ou torcer contra a seleção.

Conclusão

Tirem as suas. Comentem.
Nós, da Rádio Raposa, estamos convencidos de que somos o maior de MG. Em tudo.
E o trabalho continua...

Saudações celestes.


Postado por Gustavo Campos e Júlio Assunção

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Podcast #28 (Internacional 1x2 Cruzeiro)

Mais um bom jogo do Cruzeiro.
Foram 3 pontos muito importantes. Comentamos sobre essa excelente entréia do Cruzeiro no Brasileirão 2010.
Falamos também sobre as despensas do Cruzeiro depois de Ruralito.
Zuamos as frangas rosas um pouco só pra descontrair.

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domingo, 9 de maio de 2010

Campeonato Brasileiro 2010


Campeonato Brasileiro 2010

Fala, Nação Azul-Estrelada! Salve, salve!
A quadragésima edição do Campeonato Brasileiro de Futebol começou ontem, Sábado, 8 de maio.
A nossa estreia é hoje às 16 horas, contra o Inernacional, no Beira Rio.
Confiantes? Nós, da Rádio Raposa, estamos sim. 100% confiantes!
E aí vamos nós, mais uma vez, em busca do mais importante e cobiçado caneco do futebol brasileiro.
Serão sete meses de intenso envolvimento, comemorando vitórias, lamentando derrotas, fazendo contas e mais contas, e claro, cornetando à vontade. Assim somos nós, meros espectadores deste esporte tão apaixonante.

O Cruzeiro de hoje

Entra bem cotado nesta disputa, sem dúvida alguma. O elenco é relativamente bom e tem mostrado entrosamento.
Juntamente com a comissão técnica, o grupo está, sobretudo, fechado. E como há tempos não se via na Toca 2.
O momento é mesmo de estabilidade. Quem vive o dia-a-dia do clube, sabe disso.
Mas como eu disse, este é o Cruzeiro de hoje. O decorrer da competição é quem nos dirá, com a devida clareza dos fatos, o que realmente queremos saber.

Planejamento: '' Poupar ou não poupar? "

Esta é a grande dúvida que paira em nossas mentes neste momento tão importante do ano.
Dor de cabeça para os torcedores, diretoria, e, principalmente, para a comissão técnica.
É a rotina de todo e qualquer time grande. Não dá pra fugir disso, não. Pelo contrário. Aprender a administrar tal situação, talvez, seja a primeira de muitas lições a serem absorvidas.
Mas colocar em prática tamanho aprendizado, porém, é a grande questão. Fácil? Não, não é.
Opniões se dividem, convergem e divergem. Depende. Como é difícil conter os torcedores...!

Pois é, eis que a história vem se repetindo. E com um elemento a mais neste pacote, inclusive: a experiência de 2009.
Alguém aí gostaria de estar na pele do Adilson?
Tô fora. A responsabilidade é demasiadamente grande.
Conviver com a ''obrigação'' de matar um leão por dia não é pra qualquer um, não. E não basta apenas conhecer do riscado. Há que se ter muito sangue frio. E um saco do tamanho do mundo!
Já me coloquei no lugar do AB. E você?

A escalação da equipe é a bola da vez. É assunto que rende. E como rende!
Segundo os noticiários, o Inter virá com uma equipe mista.
Necessário? Sim, claro. A prioridade colorada também é a Libertadores.
Independente de qualquer coisa, tô com o Adilson. Estou certo de que ele vai fazer a melhor opção possível. Não é momento para especulações, indagações e afins.
E vale muito lembrar o seguinte: a responsabilidade é de todos. Não se esqueçam.

O reflexo do trabalho

Tendo em vista a resposta dada em campo nas duas partidas contra o Nacional, penso eu que estamos no caminho certo.
A consequência natural é a volta da confiança dos torcedores. Simples assim. Coisas do futebol.
Vamos confiar no grupo, prestigiar os jogadores que temos à disposição. Pensar positivo também ajuda.
E que a força esteja conosco!

Saudações celestes.

Avante, Cruzeiro!



postado por Gustavo Campos